domingo, 7 de agosto de 2011

Acordes - Parte 7

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Este agradeceu ao pai, e baixou-se para pegar nas coisas de Sophie. Afinal sempre havia um casaco… Tyler não estava a mentir. Dirigiu-se para Sophie que continuava especada perto do piano. Pôs o braço a volta do pescoço desta e encaminhou-a para a porta, mas não teve muita sorte.  Mesmo antes de atravessarem a sala, ela empurrou-o. Josh podia ver que a “menina” como ele lhe chamava, ainda estava irritada.
- Sabes uma coisa Sophie? – Perguntou Josh, caminhando devagarinho em direcção à nova sala.
- O quê? – Respondeu num tom paciente.
- Sou um óptimo Professor. – Gabou-se, observando-a com um olhar atento e feliz.
- Deves ser… - Ripostou Sophie, num tom brincalhão, e esboçando finalmente um sorriso.
Ambos entraram na sala. Esta era muito mais pequena que a anterior. Tinha apenas 3 cadeiras, um pequeno piano de calda, ainda mais velho que o outro. Mas a vista parecia compensar. Através de uma pequena janela as árvores altas eram abundantes e davam a sensação de que vieram de um sonho, mas não, eram reais. E ali estava Sophie a contemplá-las. “Com esta paisagem vai ser muito mais fácil aturar o Josh” pensou, sorrindo para si.
Josh observava o interior da sala. As teias de aranha no tecto decorado por anjos e outras características talvez do barroco tornavam aquela sala especial.
 Mas houve outra coisa que lhe despertou mais a atenção, havia uma estante, também velha e empoeirada, cheia de livros que por sinal seriam tão velhos como esta. Ao acaso tirou um livro, passou a mão pela capa, e abriu-o. Estava em branco.
Sophie aproximou-se de Josh, e pôs a mão no livro que este segurava.
- Parece que até o livro quer que nós componhamos juntos.
Josh olhou para os seus olhos e teve a tentação de beijá-la, mas conteve-se.
- Então vamos a isso. – Acabou por dizer, suspirando.
As aulas de Sophie e Josh tornaram-se semanárias. Pouco tempo depois, diárias. E estes tornaram-se mais próximos e cúmplices. Gostavam da sua amizade. E nas suas pequenas zangas e brigas aprendiam a dar-se bem.
Como sempre ao finalizar das aulas, Tyler dirigia-se calmamente à sala de Sophie. Mas desta vez, o seu lugar parecia já estar ocupado. Tyler abriu muito os olhos, como se estes quisessem saltar das órbitas, não queria acreditar no que via.
Josh, ao ver Sophie, foi apressadamente ter com ela. Falavam baixo, mas estavam divertidos e ouvia-se a Sophie rir à gargalhada. Josh beijou-a.


Meus queridos seguidores, queria-vos perguntar se ainda estão a gostar da história ou se querem que eu meta textos meus ou faça desafios. Comentem muito e boas férias ♥

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Acordes - Parte 6

45 comentários:
Umas horas mais tarde, começaram as aulas no Instituto Mortimer, que desde a ausência de Sophie se tornara mais triste e sombrio. Toda a gente o podia sentia.

Sophie entrou de rompante pela porta de entrada do Instituto, já estava atrasada. Era sempre tão difícil deixar Tyler, e ultimamente tornara-se quase uma tarefa impossível. Este fazia com que Sophie se tornasse mais aberta e mais divertida, ou pelo menos ela assim pensava. Os pais não acharam muita piada a esta relação. Diziam que a sua filha prodígio devia-se apenas concentrar na música e na escola. Tinham tantos planos para ela, que esta, por vezes, sentia-se sufocada pelas expectativas dos pais, mas agora não. Agora sentia-se numa espécie de transe, estava feliz, e isso era o mais importante. Enquanto subia as escadas de madeira pensava na difícil tarefa que teria de enfrentar a seguir, falar com o Sr. Tomas.
Sophie entrou cautelosamente na sala. Já sabia que a esperava um sermão ou qualquer coisa do género. O professor ao reconhecer a sua aluna preferida, não conseguiu disfarçar um sorriso.
- Seja bem-vinda de volta.
- Desculpe ter perdido tantas aulas, mas a escola e os testes…
- Sim, eu sei o que foi – disse o professor, olhando a com um olhar comprometido como se soubesse exactamente tudo o que se passara na sua vida. Como se soubesse de Tyler. O Sr. Tomas raramente sorria, mas naquele momento exibia um sorriso encantador, que parecia exactamente o de Josh. – Já estás muito atrasada em relação ao resto dos alunos e só com aulas suplementares é que vais conseguir actuar no próximo espectáculo.
Sophie sentiu-se de repente abalada, tudo o que menos queria era desapontar os pais, e não actuar no espectáculo por causa de um rapaz, era quase como uma pena de morte. O que iriam os pais dela dizer? Como iriam reagir? Estas perguntas assombravam a sua mente. Já se começava a sentir tonta, quando ouviu uma voz que de certo modo a viera acalmar.
- Então pai? Espero que não estejas a chatear a menina. – disse Josh
- Não a estou a chatear. Estou apenas a dizer que assim ela não vai puder participar. E eu não tenho tempo para lhe dar aulas suplementares. – Disse o professor quase aborrecido.
De repente, todos naquela sala pareciam ter ficado chateados com a ideia da ausência de Sophie no espectáculo. Josh, descontraiu o corpo e meteu as mãos nos bolsos encostando-se ao piano.
- Oh, isso é que era uma grande chatice… - disse quase gozando, com os grandes olhos verdes a brilharem.
- Maior chatice é até aqui ter de te aturar! – disse Sophie, já chateada.
- Bem, a única solução que vejo é o Josh dar-te aulas suplementares. Vejo que vocês já se dão muito bem… – brincou o professor, olhando para a aluna.
Sophie e Josh reagiram da mesma forma. Quase que estácticos, ficaram parados sem resposta. Nunca se suportaram. Josh até não achou má ideia e por isso, quebrou o gelo.
- Aceito.
Sophie não queria aceitar a proposta. Sabia que esta iria causar problemas com o namorado. Mas também tinha de pensar nos pais. E em si. Com um grande custo, balbuciou, olhando para o chão:
- Eu também.
Ao ouvir estas palavras, algo dentro do peito de Josh se incendiou. Um calor, que nunca sentira antes. Mas era uma boa sensação. A esperança que sempre tivera começou a manifestar-se, e só não deu um pulo de alegria, porque se conseguiu conter. Não queria estragar a ideia que Sophie tinha dele. Apenas aperfeiçoá-la.
- Marquem entre vocês as horas das aulas. E podem ensaiar na sala que não está a ser usada. – Disse o Sr. Tomas entregando a chave a Josh.


Aqui está outra parte, desculpem ter demorado tanto tempo e espero que gostem *

sábado, 30 de julho de 2011

Acordes - Parte 5

38 comentários:
Numa Sexta-feira depois das aulas, Tyler dirigia-se para a sala 31 onde Sophie tivera aula de Inglês, e lá estava ela, com o cabelo castanho claro caído e uma blusa branca que fazia o seu tom de pele ainda mais bonito. Os seus olhos, hoje mais escuros, brilharam ao ver o namorado a aproximar-se.
- Hoje estás deslumbrante, Duquesa - disse lhe, dando-lhe um beijo na testa e tirando lhe os livros que esta carregava.
Ao fim do corredor encontravam-se Josh e Leah. Esta barafustava nervosa à sua frente, pedindo atenção, mas Josh estava mais concentrado no que se passava do outro lado. Observava Tyler e Sophie “meu deus, como estes dois me irritam…” pensava, surgindo fogo nos seus olhos.
- Que se passa contigo Joshua? Ultimamente parece que estou a falar para o boneco. Interessaste mais pela relação deles os dois, do que pela nossa! Vê lá se não te queres juntar a eles, pode ser que eles te aceitem – gritou Leah, dando-lhe um empurrão, e abalando apressadamente.
Josh nem sequer lhe respondeu, estava farto de Leah, das suas traições, da sua maneira de mandar em tudo e pensar que é melhor que toda a gente. Na verdade, Sophie era muito mais bonita que Leah, muito mais querida que Leah, muito mais interessante que Leah. “Espera! Mas porque é que eu estou a pensar na Sophie…?” disse baixo, abanando a cabeça, como se este gesto fizesse com que Sophie abandona-se os seus pensamentos. Embrenhado nestes, Josh, nem reparou quem se aproximara dele.
- Então, chateados outra vez? – Perguntou Tyler com uma mão na cintura de Sophie e outra carregando com uma pilha de livros.
Josh, de repente, reconheceu aqueles livros, já os vira lá em casa, tinha quase a certeza que eram do seu pai. Ignorando completamente a pergunta que lhe tinha sido feita desviou o seu olhar para Sophie. Esta perto de Tyler, não parecia a mesma rapariga que conhecera. Parecia mais frágil, quase como se Tyler não estivesse ali a segura-la, esta não se conseguiria manter em pé. Josh não gostava das diferenças que via. Quase que tinha vontade dos separar, como se a existência de Tyler a enfraquece-se e ao mesmo tempo a torna-se inacreditavelmente mais bela.
- Então, hoje vais ao Instituto?
Sophie corou, por não estar a espera que o “senhor perfeito” lhe dirigisse palavra.
- Vou, tenho aula… E não vou lá a tanto tempo que o teu pai deve pensar que morri ou qualquer coisa assim. – Disse, mordendo o lábio e esboçando um sorriso.
- Sim, acho que ele anda um pouco preocupado contigo. Connosco… Não queres boleia? – Perguntou Josh, continuando a ignorar a presença do amigo.
Tyler, não estava a aprovar aquela conversa, e os ciúmes começaram a assombrar-lhe o rosto. Desde que conhecia Josh, este parecia ignorar Sophie, e agora que Tyler namorava com ela o interesse súbito surgia nos olhos do amigo. Tyler tinha de interromper aquela conversa, mas não queria fazer nenhuma cena de ciúmes.
- Duquesa, acho que te esqueceste de um casaco teu em minha casa, e se a tua mãe dá pela falta dele, posso-te arranjar sarilhos… – afirmou Tyler, com um olhar maroto e um pequeno sorriso.
Josh, não gostou nada da interrupção do amigo, e muito menos do que este afirmara. Sophie já tinha estado na casa de Tyler? E porque raio é que tirara o casaco? Sophie nunca iria…
- Ah, é verdade. Desculpa Josh, mas vou passar primeiro pela casa do Tyler para ir buscar o casaco, vemo-nos logo ou assim… - disse, interrompendo o pensamento de Josh.
- Bem, sendo assim, vemo-nos logo. – Disse Josh, tocando na barriga de Sophie e abalando.
Tyler de repente começou a sentir os seus músculos a contraírem-se um a um, e a sua face tornara-se vermelha de raiva, “mas quem é que este gajo pensa que é?” interrogou-se, enquanto pegou na mão de Sophie e disse-lhe ao ouvido:
- Ele anda-me mesmo a irritar.
- Olha, a mim sempre me irritou – disse Sophie, beijando-o.



hope you like it ♥

terça-feira, 26 de julho de 2011

Acordes - Parte 4

18 comentários:
Durante longas semanas não se voltaram a encontrar, o que não incomodou nenhum deles, o sentimento que nutriam um pelo outro era quase nulo. Tirando os ciúmes que Josh sentia em relação a Sophie, e a indiferença que Sophie sentia por este, eram praticamente desconhecidos.
Apesar de frequentarem a mesma escola, e o mesmo ano, faziam questão de não olharem um para o outro. Quase com medo que a expressão “se o olhar matasse…” fosse válida. Todas as amigas de Sophie faziam Josh um motivo de conversa. Consideravam-no a perfeição em pessoa o que de certa forma a irritava.
Em pleno mês de Novembro a vida sentimental de ambos corria na perfeição. Sophie apaixonara-se por um rapaz do grupo de Josh, o Tyler, que a conquistara não só pela sua beleza incontestável mas também pela sua forma de ver o mundo. Este considerava a liberdade a sua filosofia. “Só abdico um pouco da minha liberdade por ti.” dizia Tyler como se isto significa-se “nunca te vou trocar por outra”, o que, estranhamente, acalmava Sophie.
Esta tornou-se mais distante e não pensava tanto na música, o que já se podia fazer sentir nas aulas. O Sr. Tomas notara logo que algo se passava na vida da aluna, e planeava falar com ela.
Josh cada vez passava menos tempo em casa, o que também começava a preocupar o Pai, tal como Sophie, também era comprometido. Namorava com a Leah há quase tanto tempo como Sophie e Tyler.
Josh, por alguma razão desconhecida, não apoiava muito esta relação, e tinha quase a certeza que Tyler não era o rapaz ideal para Sophie. De repente Josh tornou-se muito mais defensor desta, e quase que ia calculando o que Tyler ia fazer a seguir, como se tentasse evitar que este a magoasse. Tyler não prestava para a Sophie, disto o Josh estava completamente convicto.



Agora com dois casais, que irá acontecer? -  Espero que gostem e quero opiniões *

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Acordes - Parte 3

26 comentários:
- Não te tinha dito para não me interromperes enquanto estou a dar a minha aula?
- Ora pai, não te incomodava se não te tivesses esquecido de novo do dinheiro para a gasolina que te tinha pedido. Já estou quase a 0’s, a mota não anda sozinha… - piscando o olho a uma das alunas do pai sentada nas cadeiras.
- Está ai nessa cadeira no bolso do meu casaco – disse o pai pedindo para ele se ir embora e não interrompendo mais a aula.
Antes de sair Josh dirige-se para Sophie que o olhava bastante irritada por este ter interrompido o solo que trabalhara durante mais de uma semana.
- Desculpe menina, mas há coisas mais importantes que ficar aqui a ouvi-la – afirmou com um olhar brincalhão e uma grande sorriso que se rasgava no seu rosto.
Perante o seu tom insolente, Sophie sentiu-se de repente vermelha de raiva, já estava habituada a estas interrupções por parte do filho do Professor que conhecera desde que começou a frequentar o Instituto.
Ao dirigir-se para a mota prestes a ir abastecê-la Josh revia o rosto de Sophie que se apercebera ter ficado prostrada pela sua atitude. Ao pensar nisto não pode deixar de soltar uma gargalhada irónica.
Desde de que começara a trabalhar no Instituto Mortimer o seu pai entregara-se completamente ao trabalho e aos seus alunos, especialmente à rapariga mais promissora da turma de piano. Quantas vezes ao jantar Josh ouvia histórias daquela rapariga. Ouvia o pai relatar todos os seus avanços ao piano, as novas obras que esta aprendera. O rosto desse iluminava-se espelhando todo o orgulho que tinha na sua aluna.
Josh aprendera a tocar piano quando era pequeno com o seu pai que o acompanhava enquanto não estava a trabalhar. E discretamente apreciava a profissão do pai e interessava-se pelo que este tinha para contar. A única coisa que lhe desagradava era esta “obsessão” por uma aluna em particular, o que lhe despertava um forte ciúme.
Josh não a conhecia pessoalmente, apenas haviam sido apresentados pelo pai num recital no final do ano.
Esta era uma rapariga da sua idade, que era dotada de uma beleza comum. Nenhuma das raparigas que Josh conhecera se comparava a Sophie porque alguma nesta a tornava diferente e adorável. Os seus olhos grandes e sempre despertos e atentos de uma cor extraordinariamente invulgar, que variavam entre uma cor de avelã e castanho escuros faziam com que a sua personalidade, querida, defensora do que pensava correcto, mas surpreendentemente teimosa, se torna-se ainda mais encantadora. O seu longo cabelo castanho claro cobria-lhe as costas, e cada caracol do seu cabelo parecia ter sido feito por uma mão de génio, onde não havia lugar para a imperfeição. Tinha uns lábios carnudos e sempre vermelhos sem necessitar do auxílio de qualquer cosmético ou produto de beleza. O seu tom de pele moreno claro completava a sua personalidade e a sua maneira de ser.




sei que já vem um bocadinho atrasado, mas aqui está. obrigado pelos vossos comentários e continuem a dar opiniões*



sexta-feira, 22 de julho de 2011

Acordes - Parte 2

26 comentários:
Josh tinha os seus 16 anos e cativava a atenção de qualquer género. Tinha uns olhos de meter inveja: grandes, verdes, compreensivos e expressivos, que faziam as raparigas apaixonar-se só por um olhar. Nos seus olhos podíamos ver tristeza, mas também rebeldia o que parecia um pouco oposto.
Era alto, mas não demasiado alto. Falava de uma forma pausada e bastante baixo o que dava a ideia de mistério. Tinha o cabelo escuro e a pele muito branquinha. Os seus dedos longos e bonitos pareciam ser de uma estrela de cinema perfeita. Tudo nele parecia atrair o sexo oposto. Vestia um blusão de cabedal aberto que revela-la uma blusa de algodão verde-garrafa realçando desta forma os seus olhos e umas calças de ganga justas e uns ténis aparentemente caros.
Josh entrou pela ampla sala com cadeiras cuidadosamente alinhadas em múltiplas filas e com um belíssimo piano de calda do século XIX onde se encontrava Sophie perante o resto dos colegas. Á medida que caminhava em direcção ao seu pai, o Sr. Tomas, fingiu ignorar a belíssima rapariga e com um tom despreocupado começou a falar com todo o à vontade, ignorando o local onde se encontrava.
- Então pai, aqui fechado outra vez? Qualquer dia confundem-te com um dos instrumentos – disse com um sorriso enviesado mostrando uma certa rebeldia e revirando os olhos.


Espero que gostem, no fim-de-semana trago novos desenvolvimentos*

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Acordes - Parte 1

17 comentários:
Numa pequena cidade do estado de Oklahoma a música ecoava pelas pequenas ruas e podia ouvir-se ao longo de toda a cidade.
Era uma Terça-feira, dia de aulas de música no Instituto Mortimer e como sempre às 17h era a vez do solo de Sophie, uma aluna dedicada e com uma imaginação que surpreendia o seu velho professor de piano, o Senhor Tomas. Este acompanhara a Sophie desde miúda e valorizava o seu talento e capacidade de aprendizagem como ninguém. Tomas teria já os seus 50 anos, um homem alto, magro que apresentava já marcas de uma longa vivência. Não conseguia já disfarçar uma ou duas rugas no rosto e alguns cabelos brancos nas patilhas. Quando Sophie tocava piano toda a cidade parecia ganhar um novo folgo. Toda a cidade tinha um carinho por aquele instituto pois era o grande orgulho dos habitantes. De repente uma presença inesperada fez-se sentir e despertou a atenção de Sophie.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Crítica: "The Notebook" de Nicholas Sparks

7 comentários:
“The Notebook” é, na minha opinião, um dos melhores filmes de sempre. A actuação foi excelente, e o argumento surpreendeu-me até ao fim do filme, apesar do desfecho do filme ser um pouco irrealista mas tocante. 
Este fala de uma rapariga chamada Allie que era afortunada e de certa forma controlada pelos pais. Num Verão, ela conhece, Noah, um rapaz bastante encantador, que em pouco tempo, a faz apaixonar-se por ele. Mas o problema é que os pais de Allie, pensam que Noah não é suficientemente bom para ela, talvez por não ser rico ou não ter a educação rígida e planeada que Allie tem.
Mas o amor que nutriam um por o outro vai superar todas as expectativas, e até mesmo a morte…
Se nunca viram o filme, recomendo a verem, é de trazer lágrimas aos olhos, e de tocar nos corações*

quarta-feira, 13 de julho de 2011